A maldição do número sete
Desde que Luís Figo actuou pela última vez com a camisola do SPorting, no encontro em que o Sporting venceu a Taça de Portugal 1994/95 frente ao Marítimo com dois golos de Iordanov, que os sucessores da camisola "sete" têm sido perseguidos pelo azar, nunca conseguindo fazer esquecer o extremo que um dia foi conseiderado o melhor jogador do mundo.
Sá Pinto foi o primeiro a envergar o número mágico, resultando a suspensão de vários meses sem competir, após o episódio "Artur Jorge", levando-o para o País Basco, para representar a Real Sociedad de San Sebastian.
Iordanov, em 1997, foi também colhido pelo infortunio, vendo a sua carreira, e vida pessoal, ameaçada com uam doença do foro neurológico, a "Esclerose Múltipla".
Seguiu-se uma grande esperança do meio campo "leonino", proveniente do Boavista e que prometia muito para o futuro sportinguista: Delfim. Que com a camisola 7 contraiu uma grave lesão num joelho e que não mais recuperou nos anos seguintes.
De regresso da experiência espanhola, Sá Pinto voltou à "camisola sete" com resultados igualmente desastrosos, com lesão grave num dos joelhos, que obrigou o "coração de leão" a uam série de intervenções cirurgicas.
O último a sentir na pele a "maldição" foi Marius Niculae, que teve um inicio prometedor com a camisola de Figo, marcando golos importantes e assinando excelentes exibições. Mais uma vez, as lesões apareceram e o talentoso avançado romeno esteve mais de dois anos a recuperar de lesões.
Neste momento, nenhum dos jogadores quis envergar a camisola sete, levando até ao curioso episódio de Tinga, escolher o 77, pela superstição. Menos de um ano depois, está de volta ao Brasil.
Assim, o círculo tem de ser completo.
A camisola está livre e a maldição tem de acabar.
Volta Figo!
Delfim
Niculae

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